sábado, maio 25, 2024

CCS Brasil quer construir banco de dados de profissionais, pesquisadores e fornecedores no setor de captura e armazenamento de carbono

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A CCS Brasil associação que visa estimular as atividades ligadas à Captura e Armazenamento de Carbono (CCS) no país, foi criada em 2022 e, desde então, vem ganhando cada vez mais destaque na promoção desse segmento. Com atuações que incluem conversas com órgãos governamentais brasileiros, inclusive na contribuição de uma regulação do CCS no Brasil, setores empresariais, políticos e econômicos, órgãos ambientais, universidades e órgãos de pesquisa e até mesmo autoridades internacionais, a associação já se tornou uma referência para o debate no assunto no país. Ao longo de um ano e meio já foram realizados estudos, relatórios, congressos, eventos, palestras, visitas técnicas entre outras ações.

A associação agora busca construir um banco de dados de profissionais, pesquisadores e fornecedores para impulsionar o setor de captura e armazenamento de carbono no país. Para isso, a organização disponibiliza um link especial para o cadastro de fornecedores e outro para o cadastro de profissionais. Além de fornecer dados estratégicos, os cadastrados também poderão disponibilizar informações que poderão ser úteis para a elaboração de futuros projetos e iniciativas de Captura e Armazenamento de Carbono, além de fazer parte de um banco de mão de obra especializada que poderá ser utilizado pelos próprios associados.

“Queremos promover um intercâmbio de conhecimento entre os especialistas dessa área a fim de desenvolver soluções, projetos e desenvolvimento profissional para a especialização desse setor. Além disso, também é um meio para que nossos associados possam ter acesso a profissionais de qualidade pensando no futuro da Captura e Armazenamento de carbono no Brasil”, destaca Isabela Morbach, advogada e cofundadora da CCS Brasil.

Para avançar na sua atuação, a associação tem buscado ampliar o seu número de associados. Entre as principais vantagens, os associados possuem acesso encontros de membros, assembleias e grupos de trabalho, estudos, relatórios e materiais estratégicos sobre o setor, participação em cursos online, eventos e congressos especializados, pesquisa e desenvolvimento de soluções, participação em visitas técnicas em projetos internacionais, networking e acesso a discussões especializadas com profissionais da área e acompanhamento das iniciativas e projetos de CCS no Brasil e no mundo. 

As empresas interessadas podem se associar à CCS Brasil com contribuições anuais a depender de seus faturamentos. Hoje, há 11 empresas associadas. Entre elas estão a Viterra, , ArcelorMittal, , H2 Helium, , EQAO, , Vallourec, , a Kawasaki Heavy Industries, a Sumitomo, Baker Hughes , Moreno & Daruich Advogadas e o Senai Biomassa. Outras cinco empresas estão em etapas avançadas do processo de associação.

“A diversidade de atuação das empresas associadas à CCS Brasil é fundamental para a pluralidade e abrangência que este novo setor requer para desenvolvimento em larga escala no país. Precisamos que cada particularidade seja endereçada e isso é parte do nosso compromisso na CCS Brasil. O mundo já sabe que o Brasil pode ser uma das maiores potências em redução e remoção de gases de efeito estufa por CCS. Trabalhamos para que o país reconheça e desenvolva esse potencial, criando empregos verdes e estimulando o desenvolvimento sustentável, em complementação às demais soluções fundamentais para a transição justa para uma economia de baixo carbono”, afirmam as Nathalia Weber, engenheira e cofundadora da CCS Brasil. Estudantes, profissionais, entidades e associações relacionadas ao segmento também podem se associar.

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