quarta-feira, maio 22, 2024

Agropalma colhe os resultados do primeiro ano do Programa SOMAR

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A Agropalma, empresa de produção de óleo de palma sustentável, apresenta os resultados iniciais alcançados em 2023 pelo Programa SOMAR (Solidariedade, Meio Ambiente e Responsabilidade) – iniciativa de responsabilidade socioambiental da companhia, que está há mais de quatro décadas comprometida com práticas ambientalmente responsáveis, promovendo o desenvolvimento social nas comunidades em que atua com o objetivo de potencializar ações de preservação da floresta e da biodiversidade.

No ano passado, durante o primeiro ano do SOMAR, foram realizadas diversas atividades envolvendo 33 comunidades mapeadas pelo Instituto Peabiru. Na primeira rodada, o programa incluiu 26 rodas de conversa e diálogo com líderes comunitários. Os resultados foram considerados pela Agropalma um sucesso, com um total de 450 pessoas diretamente impactadas, entre homens e mulheres.

Além do envolvimento das comunidades, o Programa SOMAR contou com a participação ativa dos colaboradores da Agropalma. Foram mais de 25 profissionais de diversos departamentos da empresa envolvidos com a iniciativa.

“Na Agropalma, temos como missão criar iniciativas que fomentem o desenvolvimento sustentável tanto da empresa quanto das partes interessadas pelo nosso negócio”, diz Wander Antunes, coordenador de Responsabilidade Socioambiental da Agropalma. “O SOMAR representa uma evolução positiva na gestão socioambiental da companhia e o trabalho realizado pelo programa em 2023 foi um sucesso, pois contribuiu para maior aproximação e fortalecimento da relação da empresa com as comunidades locais. Isso é vital para reforçar o compromisso e o dever que temos de promover a melhoria e a gestão desse relacionamento por meio do diálogo e parceria para desenvolver uma agenda participativa de ações voltadas ao desenvolvimento socioambiental da região.”

Com o apoio da ONG Earthworm Foundation (EF), a Agropalma elaborou o Programa SOMAR, selecionou metodologias eficazes e capacitou sua equipe em práticas de dinâmicas e facilitação de grupos, comunicação não violenta e princípios de consentimento livre prévio e informado (CLPI).

“Acreditamos que o desenvolvimento sustentável acontece quando todas as partes crescem juntas, sem deixar ninguém para trás. Os trabalhos de mapeamento, diálogos, diagnósticos e devolutivas feitos em 2023 mostraram resultados positivos de fortalecimento e engajamento das partes, o que nos motiva a seguir”, afirma Antunes.

Resultados qualitativos: ideias e temas discutidos

Na primeira etapa do Programa SOMAR, as metodologias utilizadas de escuta ativa tiveram como finalidade incentivar a participação da comunidade e criar um ambiente no qual os participantes pudessem, de fato, se sentir acolhidos.

Foi elaborado um mapeamento participativo a fim de identificar cada vila e os pontos cruciais para que a equipe pudesse produzir um panorama real que atendesse as demandas existentes de cada comunidade de acordo com suas atividades, seus costumes e as principais preocupações dessas populações e de suas lideranças. Nesse processo, as informações foram passadas de forma transparente a todos os envolvidos para que pudessem tomar suas decisões cientes de todas as informações necessárias.

Com a utilização de mapas e discussões interativas foi possível entender como as comunidades vivem, assim como seus desafios, prioridades, recursos naturais e de que maneira utilizam suas terras. Ao final de cada reunião, a própria comunidade escolheu seus líderes, que os representariam na segunda etapa do programa. Esses líderes também foram responsáveis por compartilhar os resultados da reunião com a comunidade e fornecer um feedback sobre o Plano de Gestão e Monitoramento Socioambiental.

Somente na primeira etapa do programa, surgiram 43 ideias de atividades propostas, que foram divididas em quatro áreas gerais: educação; infraestrutura; meio ambiente; e saúde e bem-estar. Na segunda fase, foram definidos pelos líderes comunitários os desafios prioritários e as ações propostas para cada grupo de vilas e comunidades. Os grupos foram divididos levando em consideração a localização de cada vila, gerando, assim, um senso de território de atuação.

As próximas etapas do Programa SOMAR abrangem:

Comunicação contínua: manter uma comunicação aberta, transparente e frequente com as comunidades envolvidas, fornecendo atualizações regulares sobre o progresso do programa e oportunidades para feedback;

Treinamentos de liderança e gestão: implementar programas de treinamento para os líderes escolhidos pelas comunidades, ajudando-os a se tornarem mais eficazes em seus papéis e a representar melhor as suas comunidades;

Avaliação de impacto: realizar avaliações regulares do impacto do programa nas comunidades envolvidas, identificando áreas de sucesso e aquelas que podem precisar de melhorias;

Flexibilidade: adaptar o SOMAR conforme necessário para acomodar as mudanças nas necessidades e circunstâncias das comunidades ao longo do tempo;

Inclusão: garantir que todas as vozes dentro da comunidade sejam ouvidas e consideradas, realizando reuniões em diferentes horários ou locais e mantendo o engajamento de outros departamentos da Agropalma;

Transparência: fornecer informações claras e transparentes às comunidades, ajudando a construir a confiança e assegurar que todos estejam alinhados em relação aos objetivos e progresso da iniciativa.

Sobre a Agropalma

A Agropalma é a maior produtora de óleo de palma sustentável das Américas. Sua atuação perfaz toda a cadeia produtiva, da produção de mudas ao óleo refinado e gorduras especiais às soluções de alto valor agregado, incluindo produtos orgânicos. Sua trajetória começou em 1982, no município de Tailândia, no Pará. Hoje a empresa conta com seis indústrias de extração de óleo bruto, um terminal de exportação alfandegado, duas refinarias e emprega cerca de 5 mil colaboradores. A Agropalma tem como propósito tornar a palma sustentável uma referência brasileira.

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